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Aplicativo Segurança Pública Sinesp Cidadão

App Sinesp Cidadão, desenvolvido pelo Insight Lab, é premiado em concurso da CGU

O Insight, que possui um trabalho incessante de pesquisa e desenvolvimento na área de ciência de dados e inteligência artificial, recentemente teve uma de suas aplicações premiadas em concurso. O Módulo de Participação Cidadã do aplicativo Sinesp Cidadão, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, foi premiado no IV Concurso de Boas Práticas da Rede Nacional de Ouvidorias, promovido pela Controladoria-Geral da União (CGU). A premiação corresponde à categoria Tecnologia, Segurança da Informação e Proteção de Dados Pessoais.

Nosso laboratório

Coordenado por José Macêdo, Cientista-chefe na área de Dados da Transformação Digital do Governo do Ceará e professor associado do Departamento de Computação da Universidade Federal do Ceará (UFC), o Insight Lab atualmente trabalha no desenvolvimento de 12 soluções tecnológicas para o Ministério da Justiça e Secretaria Nacional de Segurança Pública através do Projeto Sinesp Big Data.

O Produto

A ferramenta premiada do aplicativo Sinesp Cidadão foi idealizada pela Ouvidoria-Geral do Ministério da Justiça e Segurança Pública e desenvolvida pela parceria entre a UFC, através do laboratório Insight Lab, e a Secretaria Nacional de Segurança Pública – SENASP. O Módulo de Participação Cidadã é um instrumento para receber e tratar manifestações que possam contribuir nas atividades de prevenção às ocorrências locais na área de segurança pública, especialmente nas cinco cidades do Projeto Piloto do Programa “Em Frente Brasil”. 

Trata-se de um módulo dentro do aplicativo Sinesp Cidadão, que cadastra manifestações de ouvidoria diretamente no banco de dados da Plataforma Fala.br, através de API (Application Programming Interface).

A ferramenta possui 11 categorias de reclamação: 

  1. Vandalismo; 
  2. Equipamento Público Danificado; 
  3. Perturbação do Sossego; 
  4. Construção Irregular; 
  5. Descumprimento das Leis de Trânsito; 
  6. Veículo Abandonado; 
  7. Descarte Irregular de Lixo e Entulho; 
  8. Iluminação Pública; 
  9. Comércio Irregular; 
  10. Saúde Pública;
  11. Escola sem Estrutura.

 

 

Quem pode utilizar

O serviço pode ser utilizado por qualquer cidadão que possua login único no gov.br. O download do aplicativo pode ser realizado na Play Store e na Apple Store

A visualização do Módulo de Participação Cidadã está disponível aos usuários que residem nas cidades cobertas pelo programa “Em Frente Brasil”. Através deste canal é possível encaminhar reclamações diretamente à Ouvidoria-Geral do Ministério da Justiça e Segurança Pública, que as encaminha aos órgãos competentes. 

 

Histórico da ferramenta

Durante o ano de 2019 o Ministério da Justiça e Segurança Pública iniciou o Projeto Piloto do Programa “Em Frente Brasil”. Dentro do eixo de prevenção social, foi prevista a realização de um Diagnóstico Local de Segurança – DLS nas cinco cidades do projeto piloto. 

Para apoiar a iniciativa, foi idealizada a inclusão do aplicativo Participação Cidadã como um módulo dentro do Sinesp Cidadão, o qual estava em fase de desenvolvimento de uma nova versão pelo Insight. 

O módulo, como citado antes, cadastra 11 tipos de incidentes de segurança pública e os direciona para a Ouvidoria-Geral do Ministério da Justiça e Segurança Pública, via Plataforma Fala.br. As demandas são remetidas aos entes federados responsáveis, por meio do Fórum Nacional de Ouvidores do Sistema Único de Segurança Pública – Fnosp. 

A definição dos incidentes de segurança pública seguiu as diretrizes da teoria da Ecologia Criminal da Escola de Chicago, sendo tratados pelo canal da ouvidoria. 

É possível plotar a localização do fato em um mapa de calor, visando a identificação dos problemas mais recorrentes em cada região, para adoção de ações preventivas. Também é possível consultar o histórico do tratamento dado às manifestações realizadas. 

Importante destacar que o Módulo de Participação Cidadã abre possibilidade para colaboração efetiva dos próprios agentes de segurança pública, que já utilizam outras funcionalidades do aplicativo. 

 

Aproximação com o cidadão

O Módulo de Participação Cidadã visa aproximar o cidadão das políticas e ações de segurança pública, de forma a resguardar a ordem pública e zelar por sua própria segurança e a das demais pessoas em apoio ao Estado, que detém protagonismo do tema, mas não é o único ator. 

 

Fonte: MJSP

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Cientista-chefe Governo Segurança Pública Transformação Digital

Conheça o Programa Cientista-Chefe do Governo do Ceará

Você sabe o que é o programa Cientista-Chefe e qual a sua função na gestão pública? Conheça agora essa importante iniciativa que alia Universidade e Governo.

Em suma, o programa Cientista-chefe é uma iniciativa da  Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap) juntamente com a Universidade Federal do Ceará (UFC) e o governo do estado do Ceará. Assim, o projeto é composto por pesquisadores e cientistas que atuam em secretarias e órgãos estratégicos do Governo do Estado do Ceará.

Inicialmente, o intuito da equipe de pesquisadores e cientistas é proporcionar à população uma melhoria nos serviços públicos e assim, na qualidade de vida da população através de novas tecnologias e aprimoramento de serviços existentes.

O programa é inspirado em modelos de sucesso fora do país, por exemplo, os Estados Unidos que possuem o programa Office of Chief Scientist. Assim como o projeto cearense, o escritório americano tem o papel de fornecer contribuições científicas, além de estabelecer o vínculo entre o conhecimento científico produzido nas universidades e o poder público. 

Como resultado do excelente trabalho desenvolvido pelo projeto, no início de 2021 o governador do Ceará, Camilo Santana, sancionou o projeto de lei que regulamenta e, assim, torna o programa Cientista-Chefe uma política de Estado.

Áreas de atuação 

Cada área é coordenada por um cientista-chefe, indicado após avaliação de critérios como produção científica, formação e ligação com núcleos de pesquisa de alto nível. A classificação foi realizada de acordo com a Capes para especificar cursos de excelência em instituições cearenses. Desse modo, o programa atua em áreas estratégias da gestão pública como:

  1. Dados e Transformação Digital
  2. Saúde, 
  3. Segurança Pública,
  4. Educação, 
  5. Ciência de Dados, 
  6. Energia, 
  7. Infraestrutura Viária, 
  8. Pesca e Aquicultura, 
  9. Recursos Hídricos, 
  10. Proteção Social, 
  11. Ecossistema de Inovação, 
  12. Meio Ambiente, 
  13. Aquicultura e Pesca Artesanal, 
  14. Judiciário,
  15. Agricultura e 
  16. Economia.

Fonte: ceara.gov.br

Cientista-chefe no Insight

Além de ser coordenador do Insight, José Macêdo é também o cientista-chefe na área de Dados da Transformação Digital do Governo do Ceará e professor associado do Departamento de Computação da Universidade Federal do Ceará (UFC). Macêdo, que também já foi cientista-chefe da área de Segurança é mestre e doutor pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) realizou seu pós-doutorado na EPFL com a pesquisa: Processamento de Dados em Larga Escala em Nuvens Computacionais.

O programa cientista-chefe atua na Casa Civil com o projeto de Transformação Digital em parceria com o laboratório Íris – Laboratório de Inovação e Dados. Juntos, o Íris e o programa Cientista-chefe desenvolvem ações para acelerar a digitalização de serviços públicos do governo cearense.

Benefícios do Programa à sociedade

O projeto Cientista-chefe na área de segurança pública tem como objetivo, principalmente, realizar estudos científicos para aplicar soluções tecnológicas de identificação humana (civil e criminal) e veicular. Dessa forma, um dos  principais resultados é a plataforma Big Data para integração de dados. Ou seja, um ambiente onde materiais como vídeos, áudios, imagens e dados de redes sociais são analisados em tempo real.

As iniciativas têm relação direta com os resultados positivos obtidos pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), como redução no número de homicídios, roubos de veículos e assaltos. Além disso, os sistemas de inteligência ajudam a rastrear as atividades do primeiro e do segundo escalões do crime organizado, que hoje representam um dos maiores desafios para a área de segurança do Brasil.

Com o mesmo intuito de combater a criminalidade O Sistema Policial Indicativo de Abordagem (Spia), ferramenta criada pela SSPDS em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Insight permite fazer a leitura de placas veiculares e identificar veículos furtados, roubados e clonados. A ferramenta é um forte aliado nas atuações das forças de segurança contra as ações criminosas e nas reduções dos índices criminais. Em 2018, Fortaleza registrou a maior redução no número de roubos de veículos desde 2011 com uma redução de 16,3%. Nesse mesmo ano mais de 92% dos carros e motos subtraídos em ações criminosas foram recuperados pelas forças de segurança em todo o território cearense.

Fonte: Governo do Ceará e O Povo.

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Bolsas Segurança Pública Vagas

Bolsas de Graduação para alunos UFC no Insight Lab – Projeto Senasp

Se você tem interesse em desenvolver ou pesquisar aplicações direcionadas à  Segurança Pública, então venha ser bolsista no Insight. Estamos ofertando bolsas para alunos de graduação UFC de qualquer campus. As atividades serão desenvolvidas em regime home office para o projeto Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública). Veja as oportunidades!

Vagas

Bolsista de Graduação Desenvolvedor:

Bolsista de Graduação Pesquisador 

Você será responsável por
  • desenvolver  aplicações voltadas a Segurança Pública;
  • atuar em um dos temas: Monitoramento de Trajetórias de Objetos Móveis, Sumarização de Textos, Detecção de anomalias em logs de eventos/auditoria, Geração de documentação a partir de código-fonte e outros artefatos
  • desenvolver e propor soluções inovadoras;
Modalidade de Contratação e carga horária

Bolsa ASTEF: R$ 800,00, 20h semanais.

Etapas da seleção
Período de preenchimento do formulário:  07 a 13.12 
Resultados da análise de currículo e histórico: 14.12
Entrevistas:  15 e 16.12
Envio do desafio: 16.12
Envio da solução do desafio: até 22.12 
Resultado final: até 23.12
Fomulário

Acesse aqui o formulário para registrar seus dados e enviar seu currículo. Você será desclassificado se não resolver o desafio ou fugir do tema.

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Aplicativo Governo Segurança Pública UFC

Desenvolvido pela SSPDS em parceria com o Insight, aplicativo ajuda policiais penais em situação de risco

O Insight Lab, mais uma vez, colabora para o benefício da sociedade, com seu trabalho, por meio de parcerias na criação de tecnologias para a segurança pública. Desta vez, o aplicativo Portal Comando Avançado auxiliará na proteção de agentes públicos que trabalham em presídios e penitenciárias do Ceará. Com o botão de pânico, será possível aos agentes emitirem mensagem de alerta em situações de perigo.

Como funciona o App

Para emitir o alerta de perigo em situação de risco, o policial penal, bastará acionar o botão de alerta no aplicativo que emitirá um aviso à Coordenadoria Integrada de Operações (CIOPS). Esta, por sua vez, entrará em contato direto com o agente. Caso não haja resposta do emissor do alerta ou se comprove a situação de perigo, uma viatura policial será direcionada ao local do chamado de imediato.

O app, Portal Comando Avançado, já vem sendo utilizado por agentes da Secretaria de Segurança Pública do estado com funções de pesquisa e checagem de informações de veículos, documentos, consulta criminal e civil de suspeitos.

Parceria com a universidade

A tecnologia é fruto de uma parceria entre a Universidade Federal do Ceará (UFC), através do Insight Lab, coordenado pelo professor José Macedo e a Secretaria da Segurança Pública e Defesa social (SSPDS), que tem à frente o secretário André Costa.

Palavra dos especialistas

Mauro Albuquerque – SAP

O secretário da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), Mauro Albuquerque, destaca mais esse movimento em prol da proteção aos agentes. “Esse emprego da tecnologia e essa parceria com a Secretaria de Segurança é fundamental. Nós aprimoramos o trabalho, a segurança do Agente e o combate ao crime. Você ter uma informação rápida, um socorro rápido, é crucial para o combate ao crime. O crime está cada vez mais articulado. É fundamental para que nós possamos servir um serviço de qualidade e proteger nossos profissionais”, ressalta Mauro.

André Costa- SSPDS

O secretário da SSPDS, André Costa, destaca mais uma parceria de sucesso com a SAP. “Nós já temos integração de várias bases de dados e agora mais essa parceria. É um conjunto de ações buscando a proteção dos nossos agentes e no comando das pastas para proteger e zelar e quem ganha isso é a sociedade.”

José Macedo – UFC

O coordenador do Insight Lab da Universidade Federal do Ceará, José Macêdo, responsável por comandar a equipe, explica sobre a criação do aplicativo. “Eles (SSPDS) colocaram a necessidade e em três meses nós desenvolvemos a ferramenta. É bem utilizável, intuitiva e facilitada para os servidores da Segurança. Com a nossa equipe que envolve pesquisadores, desenvolvedores, alunos de Pós-Graduação, Mestrado, Doutorado e Docentes nós também damos o suporte quando necessário. A equipe de Tecnologia da Informação da SSPDS é apta a realizar todas as atualizações necessária, como acontece agora da utilização para os policiais penais”, afirma Macedo.

 

Fonte: ceara.gov.br

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Ceará Segurança Pública

Homicídios caem pela metade no Ceará em 2019; menor resultado em uma década

O último mês de dezembro seguiu a tendência de redução no número de assassinatos no Estado. Com isso, o ano de 2019 se encerrou como o menos violento nesse quesito em toda a década no Ceará. Ao todo, no ano passado, 2.257 pessoas foram vítimas de Crimes Violentos Letais e Intencionais (CVLIs) — que incluem homicídios dolosos, lesões corporais seguidas de morte e latrocínios. Em 2018, esse número havia sido pouco mais que o dobro: 4.518 casos.

O resultado é o melhor desde que os dados passaram a ser disponibilizados, em 2009. Naquele ano, haviam sido registrados 2.262 CVLIs. Os números foram divulgados ontem pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS). Em entrevista coletiva, o secretário André Costa comemorou os números, embora tenha ressaltado, mais uma vez, que não estava “satisfeito” e continuaria trabalhando para reduzir ainda mais os índices.

Ele também voltou a creditar a redução ao trabalho dos órgãos de segurança, sobretudo, aos servidores. Segundo o secretário, contribuíram para os bons resultados ações como patrulhamento ostensivo e preventivo em áreas disputadas por facções. De acordo com a SSPDS, são 29 as bases do Programa de Proteção Territorial e Gestão de Riscos (Proteger) em Fortaleza e Caucaia. Os contêineres, face mais visível do Proteger, são instalados, conforme a SSPDS, em regiões que registram altos índices de homicídios e vulnerabilidade social.

Uma das comunidades que recebeu o programa, a do Sossego, no bairro Quintino Cunha, exemplificou Costa, não registra homicídios há mais de um ano. O secretário destacou ainda que a Polícia Civil tem trabalho focado no monitoramento de alvos com maior “influência” na criminalidade desses territórios. Ainda afirmou que a catalogação dos locais de maior índice de criminalidade favorecem ações sociais.

“A gente tem conseguido, com o estudo que a Supesp (Superintendência de Pesquisa e Estratégia de Segurança Pública do Estado do Ceará) fez, alinhar com a SPS (Secretaria de Proteção Social, Justiça, Cidadania, Mulheres e Direitos Humanos) para que a gente possa direcionar mais ações sociais nesses territórios, também com grande apoio da Prefeitura de Fortaleza”, disse Costa, citando ações como bolsas de estudos e estágios e melhorias urbanísticas.

O titular da Supesp, Aloísio Lira, também presente à coletiva, afirma que as melhorias nos índices de criminalidades têm relação com a adoção por parte do Estado de uma política de ciências policiais. Ou seja, a Academia foi “trazida para dentro da segurança”, impactando de forma definitiva a forma como os crimes estão sendo lidos no Ceará. “Hoje, temos uma gestão voltadas a dados. Não é uma novidade no mundo, mas no Brasil é uma coisa inovadora. Isso faz com que a gente tenha uma gestão muito mais precisa”, explicou.

Fortaleza foi a região que mais reduziu homicídios no ano entre as quatro regiões que a SSPDS divide o Estado. Conforme a SSPDS, a queda foi de 55,3%, saindo de 1.482 crimes para 663. Todas as demais regiões também apresentaram melhoria. O segundo território com melhor resultado foi Interior Norte, com retração de 53,1%, indo de 902 para 423.

Em dezembro, foram registrados 205 CVLIs no Estado. Em dezembro do ano passado, haviam sido 328. Interior Norte e Região Metropolitana foram as regiões com as maiores retrações. A primeira apresentou 46,7% a menos, passando de 60 crimes para 32. Já a segunda, com taxa de redução de 45,6%, teve uma queda de 114 mortes para 62. Na Capital, a retração foi de 42,1%, indo de 95 para 55. No Interior Sul, a queda foi de 5,1%, diminuindo de 59 para 56.

Foto: Davi Pinheiro/ Governo do Estado do Ceará

Fonte: OPOVO
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Big Data Ceará Inteligência Artificial Segurança Pública Tecnologia

Com 30 meses seguidos de diminuição no CVP, roubos de veículos no Ceará se destacam com redução de 46% em 2019

O total de veículos roubados e furtados é de 8.860, neste ano. Já o número de carros e motos recuperados é de 6.559, ou seja, correspondendo a 74%

Por mais um mês, o Ceará registrou queda nos roubos de veículos, conforme dados compilados pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS). Com isso, o Estado segue com números positivos em todo o acumulado do ano, quando foram registrados 4.696 roubos e 46% de redução em comparação ao mesmo período do ano passado, na ocasião em que 8.657 roubos foram contabilizados pela SSPDS. Com esse balanço de onze meses, a Segurança Pública cearense registra o melhor índice desde 2011, quando ocorreram 3.354 crimes. Esse recorte está inserido nos Crimes Violentos Contra o Patrimônio (CVP), indicador relativo a todos os tipos de roubos (exceto latrocínio), que chega ao 30° mês seguido de números positivos.

Só em novembro, a retração no roubo de veículos foi de 39%, indo de 728, no mesmo mês do ano passado, para 444, no mês passado. Em outubro, a redução foi de 45%, caindo de 855 para 469. Já em setembro, os números caíram de 699 para 356, com 49% de redução. Agosto, por exemplo, diminuiu de 637 para 417, correspondendo à redução de 35%. Em julho, a redução foi de 42%, caindo de 696 para 401 roubos de veículos. Em junho, a diminuição foi de 41%, passando de 768 para 454.

Em maio, foram 50% a menos roubos de veículo, passando de 860, no quinto mês de 2018, para 429, no mesmo período deste ano. Em seguida, vem o mês de abril, que passou de 816 casos para 442, o que corresponde a uma redução de 46%. A retração aconteceu também em março, quando os 913 roubos de carros em 2018 caíram para 472 neste ano, correspondendo a uma redução de 48%. Em fevereiro, a queda foi de 49%, indo de 794 para 405. Por último, janeiro, que registrou a maior queda percentual em um mês, com 54% de diminuição, saindo de 891 para 407 casos.

Recuperações de veículos

Uma das estratégias utilizadas pelo Sistema de Segurança Pública para alcançar esses resultados positivos é a política de combate a mobilidade do crime. Ou seja, a partir do controle de carros e motocicletas que circulam pelas cidades cearenses, a Polícia consegue realizar cercos inteligentes e interceptar veículos automotores roubados, furtados ou aqueles que são utilizados em ações criminosas.

Essa política ocorre por meio da utilização das mais de 3.300 câmeras de videomonitoramento, da inteligência artificial do Sistema Policial Indicativo de Abordagem (Spia) e dos cercos inteligentes realizados pela Polícia Militar do Ceará (PMCE) a partir de orientações repassadas pelos operadores da Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops). O impacto da expansão dessa estratégia se traduz em números que se destacam em 2019, como por exemplo, os veículos recuperados pelas forças de segurança. O total de veículos roubados e furtados é de 8.860, neste ano. Já o número de carros e motos recuperados é de 6.559, ou seja, correspondendo a 74%.

“É fruto de todo o trabalho que temos feito aqui no Estado, ao inovar com o combate a mobilidade do crime. Então, é uma estratégia, que realmente tem dado certo, e servido de modelo para todo o país, já que o Ceará é o Estado que mais reduz roubos em todo o país, como os de veículos e de cargas, por exemplo. Então esse trabalho vem nos conduzindo para esse resultado e certamente terminaremos o ano com um dos melhores resultados de toda a década”, destacou o secretário da SSPDS, André Costa.

Crimes Violentos contra o Patrimônio

Os Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVP) chegaram ao 30° mês de redução consecutiva no Estado. No acumulado de janeiro a novembro de 2019, a redução CVP 1, que abrange roubos a pessoa, de documentos e outros, é de 19,8%. Foram 50.142 ocorrências desse tipo registradas, em 2018, contra 40.202, em 2019. No total, são 9.940 roubos a menos do que no ano passado.

Ainda no acumulado, todas as regiões do Ceará registraram resultados positivos. A maior queda percentual foi no Interior Norte, com menos 31,4% de casos, indo de 4.477 para 3.069. Em seguida, vem o Interior Sul, com queda de 28,9%, indo 3.950 para 2.810.

Depois, vem a Região Metropolitana de Fortaleza, com 24,7 % de redução, diminuindo de 8.583 para 6.459. Por fim, vem Fortaleza com redução de 15,9%, passando de 33.132, nos onze meses de 2018, para 27.864, no mesmo período deste ano. Só em novembro último, o Estado reduziu em 18% o CVP 1, com 827 ocorrências a menos se comparado ao ano passado. Foram 4.588 ocorrências, no décimo primeiro mês do ano passado, contra 3.761, no mesmo período de 2019.

No CVP 2, que abrange roubo de carga, com restrição de liberdade da vítima, a residência, de veículos e contra instituições financeiras, a redução foi ainda maior em 2019. Os onze meses contabilizaram uma queda de 45,7%, com 10.006 ocorrências no ano passado, contra 5.433, no mesmo período de 2019. No total, são 4.573 crimes a menos.

A maior redução percentual, no acumulado dos nove primeiros meses de 2019, foi na Região Metropolitana, com redução de 47,7%: 2.550 (2018) e 1.333 (2019). Em seguida, vem Fortaleza, com 46,9% de queda: 5.282 (2018) e 2.807 (2019). Depois vem o Interior Norte, com 41,5% de diminuição: 1.317 (2018) e 771 (2019). Por último, o Interior Sul, com retração de 39,1%: 857 (2018) e 522 (2019). Só em novembro, foram 334 ocorrências a menos no Ceará, se comparado com o mesmo período do ano passado. Isso corresponde à queda de 40,2% nos crimes, passando de 830 para 496.

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Ciência de Dados Segurança Pública Tecnologia

Mobilidade do crime: ciência e tecnologia na área da segurança pública

* Por Aloísio Lira

A Segurança Pública está intrinsecamente ligada à cultura e ao cotidiano social. E o crime se vale de comportamentos e janelas de oportunidades para ser consumado. Diante disso, o crescimento desordenado das cidades, o aumento dos aglomerados subnormais e das áreas de patrulhamento impuseram novos desafios à administração pública. Tornou-se economicamente inviável manter um efetivo capaz de “saturar” todas as áreas críticas.

Hoje é economicamente inviável manter efetivos para monitorar todas as áreas; no Ceará, foram agregadas mais tecnologia e inteligência de cenários às atividades rotineiras.

Os modelos de policiamento unicamente estatísticos, os famosos “hotspots”, começaram a ruir quando a criminalidade, devido à popularização do uso do veículo automotor, passou a utilizar o vetor mobilidade e manobrabilidade em suas práticas delitivas, causando um reativismo difuso do policiamento.

A  identificação dessa mudança no comportamento delitivo e a necessidade de adequação do policiamento a esse novo padrão, integram o conceito de Mobilidade do Crime, serão apresentadas aqui de maneira resumida.

Para evidenciar o conceito e demonstrar a necessidade de se criar um novo modelo de policiamento, apresentamos abaixo o mapa isócrono (Figura 1) de uma conduta delitiva. A imagem demonstra que a execução do crime está mais associada à motivação do agressor e às condições de vulnerabilidade da vítima do que a “hotspots”.

Figura 1 apresenta dois pontos, que correspondem a sensores integrados ao SPIA (Sistema Policial Indicativo de Abordagem). O veículo monitorado foi utilizado no cometimento de um delito entre os pontos 1 e 2, levando aproximadamente 5 minutos para se deslocar entre as duas localidades.

Considerando a manobrabilidade que esses infratores teriam num intervalo de 5 minutos após passar pelo ponto 1, o delito poderia ter sido cometido em qualquer posição da área demarcada pela cor amarela no mapa. Dito de outro modo, partindo do ponto 1 e levando em consideração os 5 minutos utilizados para o cometimento do delito e a fuga, esses infratores poderiam atuar em uma área correspondente a 7,66 km².

(1) Mapa isócrono de uma conduta delitiva real ocorrida em 2018 em Aracati/CE. Fonte: SUPESP-CE

É impossível, com tamanha área de manobrabilidade, imaginar que uma viatura posicionada em determinado ponto da cidade seria capaz de prevenir o cometimento de um crime pretendido por um infrator motivado, uma vez que este aguardaria o momento oportuno, em que houvesse a vulnerabilidade da vítima e a ausência de policiamento para o cometimento da infração. Não estamos, com isso, querendo dizer que a presença policial não previne o cometimento de infrações, mas demonstrar que essa prevenção é bastante limitada.

Para fazer frente a esse desafio, o Estado do Ceará começou a repensar sua estratégia de Segurança Pública e a agregar mais tecnologia e inteligência de cenários às atividades rotineiras, cujo primeiro projeto foi a Política de Combate à Mobilidade do Crime.

O combate à Mobilidade do Crime, resultado da integração entre a Secretaria de Segurança Pública do Estado do Ceará e a Polícia Rodoviária Federal do Ceará, apoia-se em 3 pilares:

  • O Sistema Policial de Indicativo de Abordagem (SPIA), uma inteligência artificial que integra diversos sensores espalhados pela cidade e tem a capacidade de localizar veículos envolvidos em delitos, em tempo real;
  • A montagem de cercos inteligentes pelos operadores da Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (CIOPS) que, ao receberem a localização de veículos suspeitos pelo SPIA, orientam as viaturas para o trabalho de cerco e captura através do sistema de videomonitoramento;
  • E o aumento do efetivo policial para motopoliciamento, o que permite uma maior mobilidade da Polícia Militar nas ocorrências, culminando com a redução no tempo de resposta às ocorrências.

Dessa simbiose entre homem e tecnologia, que possui similaridades com a indústria 4.0, o Estado do Ceará vem colhendo os frutos de 28 meses de redução nos roubos de veículos e roubos de maneira geral, como pode ser verificado nos Gráficos 1 e 2. A redução dos roubos de maneira geral se deu principalmente porque, como exemplificamos acima, o veículo serve como meio logístico para o cometimento da maioria dos delitos.

Fica evidente, portanto, que, ao “quebrar” a “mobilidade do criminoso”, o seu raio de atuação se torna cada vez mais limitado, mais próximo do local onde reside ou se homizia, facilitando o planejamento e a concentração do policiamento em locais estratégicos.

Gráfico 1 – Evolução do CVP no Ceará entre 2017 e 2019 após o início da Política de Combate a Mobilidade do Crime. Fonte: GEESP/SUPESP-CE
Gráfico 2 – Evolução dos crimes de roubo de veículos no Ceará entre 2017 e 2019 após o início da Política de Combate a Mobilidade do Crime. Fonte: GEESP/SUPESP-CE

Em linhas gerais buscamos mostrar, a partir das informações apresentadas, como o uso da ciência policial e da tecnologia podem fazer uma grande diferença no planejamento de uma Estratégia de Segurança Pública moderna. O impacto começa a surgir com força. Em um exercício preliminar, utilizando parâmetros de custos da violência da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), estimamos uma redução em cerca de 1,3 bi de gastos diretos devido a redução dos roubos de veículos, custos dos seguros e homicídios.

* Aloísio Lira é Superintendente de Pesquisa e Estratégia de Segurança Pública do Ceará, Agente Especial de Polícia Rodoviária Federal e vice-presidente do Conselho Estadual de Segurança Pública do Ceará

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Roubos de veículos no Ceará registram 46% de queda em 2019

Com mais um mês de números positivos, o Ceará já registra uma queda de 46% no acumulado de janeiro a outubro deste ano, conforme os dados da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS). Neste ano, foram 4.252 veículos subtraídos em ações criminosas, enquanto, no ano passado, esse número foi de 7.929. Considerando somente o mês de outubro, a queda foi de 45%, indo de 855 para 469 casos.

Os demais meses também registraram queda nos indicadores criminais. Setembro foi de 699 veículos subtraídos, no ano passado, para 356, correspondendo a 49%. Já agosto, por exemplo, caiu de 637 para 417, correspondendo à redução de 35%. Em julho, a redução foi de 42%, caindo de 696 para 401 roubos de veículos. Em junho, a diminuição foi de 41%, indo de 768 para 454.

Em maio, foram 50% a menos, passando de 860 para 429. Em seguida, vem o mês de abril, que passou de 816 casos para 442, o que corresponde a uma redução de 46%. A retração aconteceu também em março, quando os 913 roubos de carros em 2018 caíram para 472 neste ano, correspondendo a uma redução de 48%. Em fevereiro, a queda foi de 49%, indo de 794 para 405. Por último, janeiro, que registrou a maior queda percentual em um mês, com 54% de diminuição, saindo de 891 para 407 casos.

“Esses números acompanham uma tendência de queda desde 2017, quando começamos a reduzir os roubos de veículos. Foi também nessa época que iniciamos o uso de uma nova estratégia, que é conhecida por estratégia de combate à mobilidade do crime. Foi algo criado aqui no Ceará e que impactou, por exemplo, em 29 meses seguidos de redução consistente nesse índice na Capital e no Ceará”, destacou André Costa, secretário da SSPDS.

Recuperações de veículos

Com os investimentos feitos pelo Governo do Estado no combate aos crimes de mobilidade, a Secretaria da Segurança registrou também um aumento na recuperação de veículos subtraídos em ações criminosas. Com as instalações de mais de 3.300 câmeras de videomonitoramento em todo o Ceará, aliadas ao Sistema Policial Indicativo de Abordagem (Spia) e à ampliação do motopatrulhamento da Polícia Militar do Ceará (PMCE), como o Comando de Policiamento de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (CPRaio), o índice de recuperação já corresponde a 76%. Ou seja, em comparação aos 7.974 carros e motocicletas roubadas ou furtadas, as Forças de Segurança recuperaram, em 2019, 6.027 bens automotores.

“Essa inteligência artificial, que é chamada de Spia, detecta automaticamente a presença desses veículos roubados ou furtados, seja nas ruas de Fortaleza, nas rodovias estaduais e federais, ou nas cidades do interior. Essa ferramenta alerta aos policiais, que passam a buscar essas imagens nas câmeras de videomonitoramento, que foi outro grande investimento feito pelo Governo do Ceará. Nós saímos de 164 câmeras só na Capital para mais de 3.300 em 44 cidades do Estado”, explicou o secretário.

 

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Segurança Pública

Com 52,2% de redução em 2019, Ceará chega ao 19° mês de redução nos CVLIs

O Ceará chegou, em outubro, ao seu 19° mês de redução nas estatísticas de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), conforme dados apresentados pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará (SSPDS/CE), nesta quarta-feira (13). Já Fortaleza está em seu 20° período de diminuição no mesmo índice criminal. O resultado é proveniente dos números positivos, alcançados mês a mês, e que impactaram diretamente no balanço de 2019 (janeiro a outubro). A queda neste ano é de 52,2% se comparado ao mesmo período de 2018. Foram 2.017 mortes a menos em todo o território cearense.

Nos dez primeiros meses do ano passado foram contabilizados 3.864 CVLIs. No mesmo período deste ano, aconteceram 1.847 crimes. Entre as regiões, a que registrou melhor resultado foi Fortaleza, com queda de 57,2%, indo de 1.282 para 549. Em seguida, vem a Região Norte, com retração de 53,5%, caindo de 770 para 358. A Região Metropolitana da Capital reduziu em 49% os CVLIs, indo de 1.112 para 567. Por fim, está a redução de 46,7% no Interior Sul, onde os CVLIs caíram de 700 para 373.

“O Ceará alcança em dez meses, o menor número de CVLIs em toda a sua série histórica. Até então, o menor número de homicídios era o ano de 2009, quando foram registrados 1.881 crimes. Então isso é fruto de muito trabalho e de investimentos, capitaneados pelo governador Camilo Santana, nas forças de segurança, além do trabalho bastante integrado com a área de proteção social do Estado e com a Secretaria da Administração Penitenciária”, destacou André Costa, secretário da SSPDS, que ressaltou ainda a meta para os últimos meses do ano. “Continuaremos trabalhando com muita força para fechar o ano de 2019 com o menor número de homicídios de toda a década”, finalizou.

Outubro

No 10° mês do ano, Fortaleza teve uma queda de 56,8%, indo de 125 mortes em outubro do ano passado para 54 o mesmo mês deste ano. Entre as regiões do Ceará, a Capital foi o território com maior queda percentual. Em segundo vem o Interior Norte, com 52,1% de retração, caindo de 71 para 34 CVLIs. A Região Metropolitana foi de 108 crimes para 52 (-51,9%), e o Interior Sul, de 59 mortes, ano passado, para 36 em outubro de 2019 (-39%). No balanço do Ceará, a queda foi de 51,5%, de 363 para 176.

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Big Data Inteligência Artificial Segurança Pública UFC

UFC está entre as melhores do mundo no ensino de engenharias e de ciência da computação

O Brasil tem 32 representantes na lista das melhores instituições de ensino de engenharia do mundo, segundo o ranking da Times Higher Education (THE) 2020. E a Universidade Federal do Ceará está entre elas, compartilhando posição com outras 10 instituições, todas do eixo Sul-Sudeste.

A THE divulga, anualmente, um dos principais rankings universitários do mundo, o THE World Universities Rankings. Em paralelo, publica levantamentos por campo do conhecimento. Em um deles, são destacadas as melhores instituições de ensino nas áreas de engenharia geral, engenharia elétrica e eletrônica, engenharia mecânica e aeroespacial, engenharia civil e engenharia química.

Na edição de 2020, foram avaliadas 1.008 universidades, número superior ao da edição passada, que analisou 903 instituições. O Instituto de Tecnologia da Califórnia e a Universidade de Stanford compartilham o primeiro lugar geral. A partir da 100ª posição do ranking, as universidades são agrupadas por faixa. As brasileiras estão distribuídas em três faixas: 401-500, 601-800 e 801+.

UFC é a única instituição do Norte, Nordeste e Centro-Oeste a ocupar a faixa 601-800. As primeiras colocadas do Brasil no levantamento mundial, ocupando a faixa 401-500, são a Universidade de Campinas e a Universidade de São Paulo.

O reitor Cândido Albuquerque comemora o resultado. “Engenharia e computação são áreas nas quais nos destacamos e, mundialmente, são as áreas pelas quais as universidades se firmam”, avalia. Ele acrescenta que em ambos os campos de conhecimento a UFC tem realizado diversas parcerias, notadamente com o poder público, citando como exemplo o projeto Big Data e Inteligência Artificial.

Nele, a UFC desenvolve, em cooperação com a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social, ferramentas que irão compor o Programa Nacional de Enfrentamento à Criminalidade Violenta. “Nosso desempenho nessas áreas é considerável, pois estamos à frente das instituições do Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Mas precisamos melhorar ainda mais”, enfatiza.

Funcionários da Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança, CIOPS. CIOPS é localizado dentro do complexo da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social, SSPDS, na avenida Bezerra de Menezes. Foto: Alex Gomes – Especial para O POVO/Alex Gomes – Especial para O POVO

CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO – Além das engenharias, a THE avaliou as melhores instituições de ensino de ciência da computação. Nesse levantamento, há 21 instituições brasileiras entre as 749 listadas, e a UFC também é destacada.

A Universidade Federal do Ceará ocupa a faixa 601+, ao lado de outras 12 instituições, como a Universidade de Brasília (UnB), a Federal da Bahia (UFBA), a Federal de Pernambuco (UFPE) e a do Paraná (UFPR).

Fonte: Coordenadoria de Comunicação Social e Marketing Institucional da UFC – fone: (85) 3366 7331

Fonte:  UFC